o que janeiro deixou
as melhores indicações do mês
✨dentro de vc recomenda✨
essa é uma edição especial com as minhas melhores indicações do mês :)
Pra ler
Eu sei porque o pássaro canta na gaiola - Maya Angelou
Janeiro foi um mês de começar alguns livros. Esse, particularmente, foi escolhido quase aleatoriamente na livraria perto da minha casa.
Apesar de ser muito adepta ao Kindle, queria um livro físico para me fazer companhia no voo de mais de 9 horas até o Brasil. Quando li o título, lembrei de já ter visto algumas indicações por aí.
A história é pesada – daquelas que não se lê com o coração tranquilo. Há sempre um nó na garganta.
A escrita é bonita, por vezes poética, e intensa. Não consegui terminar antes do final do mês, mas já senti que é uma leitura preciosa.
A história é narrada pela Marguerite, menina negra, criada pela avó, junto com o irmão, tendo uma vida atravessada por muitos abusos e violência.
É triste ler algumas passagens, mas por vezes, é necessário trocar o mundo de Poliana por aquele que se apresenta de forma tão injusta para tantas pessoas todos os dias.
“De todas as necessidades (nenhuma delas imaginária) que uma criança solitária tem, aquela que precisa ser satisfeita, para que haja esperança e uma esperança de integridade, é a necessidade inabalada de um Deus inabalável. O meu bonito irmão negro era o meu Reino de Deus na Terra”.
Se você quer um livro mais profundo e tocante, vale dar uma chance para esse aqui ❤️🩹
Pra assistir
Depois do fim: vidas transformadas pelo luto
Como é difícil ter que reorganizar tudo depois que alguém se vai. É preciso elaborar a dor da ausência, lidar com a frustração de todos os possíveis planos futuros perdidos, gerir a intensidade das emoções que visitam – de forma diferente – todos os dias a partir do dia do fim.
Tenho pensado e falado mais sobre a morte. Ainda percebo um aperto no peito, mas me sinto mais preparada para sentir e verbalizar as dores de cada perda.
Nesse documentário, ouvimos a história de 8 pessoas diferentes. Todas elas perderam alguém importante – filha, mãe, pai… E tiveram de aprender a seguir sem elas.
Mesmo tendo algumas ressalvas em relação a montagem do documentário, gostei muito de ouvir as diversas perspectivas frente a uma mesma ruptura. Isso me fez pensar nas minhas próprias formas de viver o luto.
Além das histórias, o filme também traz a participação da Ana Claudia Quintana Arantes, médica referência na área de Cuidados Paliativos, e Christian Dunker, psicanalista brasileira bastante renomado.
🎥 O doc está disponível na plataforma Casa do Saber (que tem vários cursos super legais de autoconhecimento, filosofia, psicologia…), você pode assinar e ver aqui.
Pra ouvir
S07EP275 - Não precisar da exaustão para descansar
Eu não canso de indicar episódios da Nat aqui…
Esse me acompanhou numa sexta-feira de manhã. Ouvi sozinha, mas acho que ensaiei, algumas vezes, concordar com a cabeça. Ela parecia estar falando exatamente o que eu precisava ouvir naquele momento.
Muitas vezes, a gente já tem pistas do que está sentindo, mas precisa de uma ajudinha externa pra elaborar tudo e conseguir encontrar novos caminhos.
Nesse episódio, a Nat me ajudou a entender como o descanso é importante e necessário. Ela me fez lembrar de como eu andava apressada, e como as preocupações estavam engolindo minhas horas.
Que a gente saiba cuidar do nosso tempo, com intenção e atenção. Vem ouvir 🩵
Pra seguir
@clubedooffline
Foi amor à primeira vista!
Cada vez mais vejo como usar demais o celular é um super gatilho para me deixar mais ansiosa, estressada, cansada…
Esse perfil é um acalento em meio a uma rede que sempre te instiga a estar mais e mais conectado.
Por mais pessoas que criem projetos assim! Vem seguir 🧡
Pra colocar em prática
desafio do mês: escolher uma atividade que não tenha nada de tela
Se você (assim como eu) passa muito tempo no celular e computador por conta do trabalho e precisa de um momento off, esse desafio é pra você.
A gente precisa dar um intervalo para a nossa mente. Treinar outras habilidades. Recuperar a criatividade. Investir em outros hobbies.
E minha meta de fevereiro é justamente essa: criar pausas conscientes com pequenas atividades que não envolvam o uso de celular.
Além de ajudar no estresse e ansiedade, realmente acredito que vai ser melhor para voltar ainda mais inteira para o trabalho (e todas as outras áreas da vida).
Algumas ideias:
Ler
Pintar/desenhar
Cuidar de plantinhas
Jogar (sudoku, palavras cruzadas, enigmas…)
Quebra-cabeças
Escolhe uma coisinha e tenta incluir um pouquinho por dia (naquela hora que você ia ficar scrollando o instagram, sabe?)
🥰 Depois me conta se funcionou :))
com carinho,
bel <33





